1- Ataque ao Charlie Hebdo
A 7 de Janeiro, dois terroristas armados entraram na redacção do Charlies Hebdo, conhecida revista de cartoons satíricos, matando 12 pessoas (2 polícias) e ferindo 5 com gravidade. Uma onda de solidariedade uniu os franceses e a Europa em mobilizações contra o terrorismo. Nas redes sociais, o slogan "Je suis Charlie" tornou-se viral. O Charlie Hebdo foi atacado por publicar imagens antireligiosas, direcionadas para os islâmicos. Os autores dos atentados acabaram por ser abatidos pela polícia.
2- Atrocidades do Estado Islâmico
Por várias vezes durante o ano, o auto-proclamado Estado Islâmico foi notícia por causa das suas atrocidades e avanços sem parar no Médio-Oriente. No entanto, os Estados Unidos retaliaram com ataques aéreos a várias posições dos fundamentalistas, que respondiam com macabras execuções dos seus prisioneiros de guerra. A Rússia também se juntou nos vários ataques, mas por conta própria, o que causou desconforto na NATO.
3-PSD tem o governo mais curto da história. PS forma governo mesmo perdendo as eleições
Por cá foi ano de eleições legislativas. A coligação Portugal À Frente acabou por vencer as eleições de 4 de Outubro, mas sem maioria. Um mês mais tarde, o parlamento aprovou uma moção de rejeição, o que fez o recém-nomeado governo de Passos Coelho cair. Cavaco Silva anunciou, então, que seria o PS de António Costa a formar governo, após uma coligação de esquerda que fez cair o governo de Passos.
4- Jorge Jesus no Sporting
No panorama futebolístico, o Sporting, vencedor da Taça de Portugal, contratou o treinador do rival Benfica. Jorge Jesus, após dar o bicampeonato aos encarnados, protagonizou uma das mais polémicas mudanças de equipa da história do futebol português. Luis Filipe Vieira escolheu Rui Vitória para o lugar de Jesus, mas os resultados não têm sido os melhores, acabando o ano com 3 derbys entre águias e leões e outras tantas vitórias para os homens de Jorge Jesus.
5- Ataques em Paris
O ano começou com um atentado e terminou com outro. Na noite de 13 de Novembro, terroristas armados com armas automáticas alvejaram pessoas nas esplanadas de Paris. Mais tarde, quatro homens vestidos de preto entraram na sala de espetáculos Bataclan, alvejando as 1500 pessoas que assistiam a um concerto de Eagles of Death Metal e matando 89 delas. No Stade de France, o pior podia ter acontecido durante o jogo França-Alemanha. Um terrorista suicida não conseguiu entrar no estádio com uma cintura de explosivos, detetada por um dos seguranças presentes. No total, 137 pessoas morreram e mais de 350 ficaram feridas. Após os atentados, uma onda de solidariedade tomou o mundo ocidental, com vigílias em vários países.
João Alves
21301871






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